Bernardo, pés 45

Florianópolis, 16 de setembro de 2016

Ontem, em nosso primeiro encontro, não tivemos muito tempo pra conversar. Estávamos em um shopping aqui perto do hotel. Fui apenas para conhecer o rapaz que há sete meses troca mensagens comigo pela internet.
Estou em Florianópolis com a minha família (pais, avós, primos, cachorro, cactos...), cidade em que o Bernardo mora, e resolvi aproveitar a oportunidade para sair do virtual.

Mesmo com certa intimidade (resultado de horas e mais horas de conversas pela internet e pelo telefone), pessoalmente travamos. E eu, que já sou bem tímido, mal falei.
Tomei um café expresso, o Bernardo pediu um suco verde estranho e tentamos conversar um pouco. Ele riu da situação e da minha timidez. Tudo aconteceu em 20 minutos e quando eu estava começando o a ficar mais solto e tranquilo, tive que ir embora. Eu precisava voltar correndo para um compromisso com minha mãe.
Mas, ontem mesmo, combinamos um novo encontro. Tomei coragem e chamei o Bernardo para me visitar hoje, aqui no hotel, e ele topou.

Confesso que fiquei um pouco tenso. Esperei muito por um encontro real e intimo com o Bernardo, só não imaginei que fosse acontecer nesta viagem e com meus pais no quarto ao lado. Mas, de qualquer forma, eu não poderia, e nem queria, adiar mais isso.

***

“Estou aqui embaixo”

Meu celular vibrou com a mensagem, e eu, inevitavelmente, vibrei junto. Parecia criança.
Foi logo no começo da tarde de hoje, um pouco antes das 14 horas.

Corri para lavar o rosto e tentei relaxar um pouco. Neste momento tudo fica meio claro na minha cabeça. Sei que vou ficar sozinho com ele e finalmente teremos a oportunidade de começar a realizar tudo o que planejamos nos últimos meses. E isso é bom. Paro de pensar demais e abro a porta.

— Achei que não fosse me deixar subir — Ele sorri.
— Não seja bobo. Por favor, entre, fique a vontade, Bernardo.
— Bernardo? Ainda está com vergonha de mim? Pare com isso. Até parece que não nos conhecemos.
— Bom, pessoalmente ainda não nos conhecemos tão bem assim, né? Aquele encontro ontem foi estranho. — Sorri de nervoso.
— Verdade, mas temos alguma intimidade "internetica", virtual. O que houve com o "Bê"? E o "Bêzão"? Me chamar de Bernardo é sacanagem. Lá no shopping eu deixei passar, mas hoje? Aqui? Nada disso!  Ele volta a sorrir e sua energia me encanta.
— Bêzão? Mas eu nunca te chamei assim. — Eu devo ter ficado vermelho de vergonha.

Ele continua sorrindo e me abraça.

— É muito bom, finalmente, te encontrar de verdade. — Ele diz, com uma voz gostosa e com sua boca na minha orelha.

Seu abraço é dos melhores: forte e demorado. Me envolveu de um jeito que me deixou mais tranquilo.
Tranquilo, porém ainda atento... É que eu aproveitei o abraço para sentir e observar seus braços fortes. Passei minhas mãos por todos aqueles músculos que eu não lembro os nomes agora.
O Bernardo não é mega musculoso, ou bombado, mas tem um corpo definido e grande pela estrutura (ele tem 1,96 m), ombros largos, braços e pernas fortes, além de pés e mãos grandes também.
Eu fui conferindo o que podia durante os segundos daquele abraço gostoso. 
Resultado? Imediatamente fiquei excitado e voltei a ficar sem graça por conta disso, mas ele não percebeu nada.

A verdade é que o Bernardo me atrai muito. Desde a primeira vez que vi uma foto dele me senti completamente atraído. Ele tem 25 anos e ainda carrega um ar de garotão, sabe? Cara de menino arteiro, jeito de menino e corpo forte de homem. Os pés são os mais lindos que já vi na vida (ele diz que é exagero isso de “os mais lindos” e que falo para agradar, talvez seja, mas que são lindos demais, são mesmo).
E além da beleza, ele tem uma personalidade que me ganhou desde o começo.

Voltando ao começo da tarde de hoje... Sentamos e conversamos um pouco sobre como estava sendo a minha viagem, falamos rapidamente sobre a festa de casamento do meu primo (motivo que trouxe a minha família toda pra cá) e sobre como estava o tempo naquele dia. 

— Vou pegar algo pra beber. Você bebe o que?
— Água. Você está nervoso, né? Fica não. — Ele sorri gentilmente.
— Eu to tentando, Bernardo.
— De novo? Olhe, nem no começo tu me chamavas assim. Comentava as fotos dos meus pés e era sempre "Bê". "Bê isso" "Bê aquilo" "Bê, quero seu pé pra mim"... — ele sorri
— Você não está me ajudando. 
— Relaxe! Sou o mesmo "Bê" da internet, o mesmo do telefone, só que agora em carne e osso.

Eu não respondi mais nada, mas entendi que precisava aproveitar aquele momento da melhor forma possível.
Servi a água que ele pediu e aproveitei para beber um pouco também, molhar boca. O Bernardo estava sentado no sofá, me observando, e eu em pé, de frente para ele. Ambos bebendo água, virando devagar os copos.

— Sede? — Ele pergunta cheio de malicia. 
— Deu muita. Desde a primeira vez que vi uma foto sua. Desde que me apaixonei pelos seus pés e pelo seu sorriso. Aí aumentou muito a sede quando ouvi sua voz. Ah, sua voz! Sua voz é um pecado. Chega a ser perturbadora. Pega a tua voz, os teus pés e teu sorriso... pronto! Esqueço de mim.

Sim, a água foi tipo coragem pra mim.

— Você quer tirar meus tênis? 

Respondi com o olhar. Me ajoelhei e comecei a desamarrar os cadarços.
Senti seus olhos me vigiando, mas não tirei os meus dos tênis. Eu estava concentrado, havia esperado tanto por aquele momento.
Tirei os tênis brancos, All Star inclusive, as meias brancas (dessas soquetes que ficam escondidas, tanto que achei que ele estava sem meias) e senti cada pedaço daqueles pés realmente grandes em minhas mãos. 
Na hora brotou um sorriso bobo no meu rosto e meu pau deu sinal de vida de novo, ficando bem duro. Sensação de felicidade e tesão é isso também, amigos. hehe

Levantei a cabeça e encontrei o Bernardo um pouco sério, mas não me intimidei. Eu sabia exatamente o que fazer. 
Puxei ele pela mão e assim ficamos em pé, frente a frente. Coloquei a mão no botão da sua calça jeans azul e tentei desabotoar. Sem sucesso. Ele sorriu e resolveu o contratempo, desabotoando e abrindo o zíper da calça. 
Sem pensar em nada, meti a mão dentro da sua calça e senti o seu pau duro, pulsando dentro da cueca branca. Foi só pegar para perceber que a respiração do Bernardo ficou ofegante. Que tesão maravilhoso!
Abaixei para tirar a calça dele, passando minhas mãos por suas coxas grossas e peludas, beijando seu joelho, sentindo a firmeza das suas panturrilhas... e enquanto isso ele tirava a camisa. Ficou só de cueca na minha frente. Lindo de cueca branca, com aquele pauzão todo marcado.

Eu estava descalço, de bermuda jeans preta e uma camisa azul. Rapidamente tirei a minha bermuda, enquanto admirava o corpo dele. Ele se aproximou e tirou a minha camisa com a maior facilidade do mundo.
Ficamos observando nossos corpos e trocando olhares por quase um minuto. Rompi essa conexão com um abraço. E que abraço! Senti seu pau duro pulsar na minha barriga! Sim, barriga! hehe Ele é bem mais alto do que eu e tem as pernas longas. 
Aproveitamos o abraço safado para sentir nossos corpos juntos.
Eu apalpei sua bunda firme, suas costas largas, sua nuca e acaricie os seus cabelos. E ao mesmo tempo sentia suas mãos grandes e pesadas passearem por quase todo o meu corpo até chegarem no meu rosto. Aqueles dedos... Abocanhei um, ele colocou outro. Chupei os dois. Ele colocou um terceiro e depois tirou os três. Ao tirar, me beijou. Foi o nosso primeiro beijo. Beijo cheio de tesão, e até meio desesperado. Havia força, desejo e perda de equilíbrio. Eu achei que seria engolido ali mesmo.

Cambaleando ele me guiou até a beirada da cama e meio que se jogou nela sozinho. 
Mais uma vez, eu sabia o que fazer. (Sim! haha)

A visão era aquela, que vocês já sabem, me faz perder o juízo: solas!
Grandes, largas, rosadas/vermelhas, fora da cama...

Me atentei a um detalhe agora. Sabe aquelas cenas do myfriendsfeet em que um dos caras fica deitado na cama com os pés na beirada (ou pra fora da cama) o outro cara fica sentado (ou de joelhos) curtindo os pés? A gente meio que fez uma dessas clássicas cenas sem querer. hehe

Comecei massageando e deixando ainda mais vermelhas aquelas solas. Cheirei do calcanhar aos dedos. Entre os dedos também. Meti meu nariz lá, sem medo, e deixei. Inspirei, não havia chulé, só o cheiro normal de pés que estavam em meias e tênis.
O Bernardo assistia tudo com muito tesão no olhar. E já estava apertando o pau também, querendo tirar de dentro da cueca.
Com a língua bem molhada fui do calcanhar até o dedão do pé esquerdo numa lambida só, deixando um rastro úmido naquele solão seco. Quando cheguei no dedão (e que dedão, amigos!) coloquei ele todo na minha boca. Senti o gosto com vontade mesmo, passei a língua nas unhas curtinhas, nos cantos, e fui para os outros dedos. Lambi e beijei também toda a parte de cima do pé esquerdo, segui beijando a perna ate o joelho e só então fui para o pezão direito. Fiz quase a mesma coisa nele, mas introduzir umas mordidas na planta do pé (sabe o peito da sola? aquela parte mais cheinha... então).

O Bernardo já tinha colocado o pau pra fora da cueca e estava mexendo nele devagar enquanto me observando com muita atenção. Ele começou a fazer movimentos leves com os pés no meu rosto. Aos poucos os movimentos começaram a se intensificar, ficaram firmes e pesados no meu rosto. Eu já estava entregue e deixei ele se divertir a vontade. O meu tesão só aumentava e o dele também.

Aqueles pés grandes tomando toda a minha cara... Que sensação maravilhosa.
Só quem é podolatra entende.


Ficamos nisso por um tempo ainda. Realizando cada movimento que tanto havíamos discutido em ligações e mensagens, cada detalhe, cada vontade dele e minha. Há tempos não me sentia tão realizado.

Subi na cama e fui agarrando aquelas coxas, cheirando e mordendo até chegar no pau dele. Ele imediatamente tratou de terminar de tirar a cueca e ficou de joelhos na cama.

Me curvei para chupar o seu pau. Suas mãos na minha cabeça, firmes prendendo os meus cabelos, servia de apoio para que ele empurrasse cada centímetro daquele pau na minha boca/garganta.
O danado soube movimentar minha cabeça para conseguir o que queria da melhor maneira possível. Ele literalmente fodeu a minha boca/garganta. Quando parou de meter o pau na minha boca, gozou.

O Bernardo estava extasiado. Caiu de costas na cama e deixou os pés no meu colo.

— Desculpa, Nino! Não aguentei, eu estava louco de tesão.
— Tudo bem. Adorei de ver você gozar.
— Quero que você goze também. Me dá só uns minutos aqui.
— Não se preocupa não. Gozar não é tudo. Já falamos sobre isso outro dia, lembra?
— Sim.

Ele se aconchegou nos travesseiros e ficou me olhando... um olhar de paz. Estava tranquilo.
Eu fiquei massageando os seus pés e admirando o seu corpo nu na cama.
Minutos depois já estávamos conversando sobre coisas aleatórias. O blog, a vida em Florianópolis, o meu trabalho, etc.
O telefone do quarto tocou, era uma prima ligando do quarto dos meus pais. Eles haviam acabado de chegar do almoço e estavam combinando de ir andar em um lugar e blablablá... parei de prestar atenção e rejeitei o convite.

O Bernardo não estava dormindo, mas, com o telefonema, despertou do seu paraíso pós orgasmo e se preocupou em ter que ir embora.

— Preciso ir, né? Vão vir aqui?
— Não, não vão. Fique tranquilo. Eu lembrei que preciso comprar uma gravata para usar no casamento, mas só vou fazer isso no fim da tarde. Podemos ate sair juntos se você quiser.
— Ah, sim. Então, vem cá. Dá tempo pra mais.

Ele me prendeu firme entre as suas pernas grandes e me beijou, daquele jeito de novo, meio desesperado, desequilibrado. Jeito Bernardo de beijar. rs

Depois de um amasso (de forma quase literal) ele ficou em pé na cama.
Pelado, já de pau duro, assim como eu.

— Deita aí. Quero fazer uma coisa.

Obedeci.
Ele então começou a passar o pezão no meu pau. Alisando, mexendo, apertando... Encaixando meu pau entre o dedão e outro dedo. Passando os dedos nas minhas bolas e escorregando até a região anal.
Eu poderia gozar assim. Que tesão mais louco!
Ele veio passando o pezão pesado pela minha barriga, meu peito, parou um pouco no pescoço (vou morrer aqui? rs) e bateu, algumas vezes, de leve (nem tanto) com o pé no meu rosto (sola na bochecha, sola no olho...)

Segurei seu pezão com as minhas duas mãos e comecei a chupar o dedão.
Enquanto eu chupava, o Bernardo se masturbava.
Soltei seu pé e pedi que ele deixasse no meu rosto mais um pouco. Ele entendeu a minha intenção.

O Bernardo começou a esfregar todo aquele pé grande no meu rosto. As vezes deixava ele parado tomando toda a minha face e até me sufocando um pouco. As vezes colocava peso, pressionando o pezão e fazendo minha cabeça afundar no travesseiro. Enquanto isso eu me masturbava intensamente, e ele também.

Gozei. E gozei muito sentindo cada pedaço daquele pé na minha cara. Logo em seguida senti o gozo do Bernardo espirrar em mim, no meu peito e rosto. Ele fez questão de passar o pezão no leite que havia derramado em mim, lambuzando e levando do peito para o meu rosto e do meu rosto para dentro da minha boca. Eu, claro, limpei todo o pé dele.

***

Depois de um tempo em silencio (esperando a alma voltar pro corpo, com forças pra levantar) e outro de conversa boba na cama, tomamos um banho rápido, sequei os pés do Bernardo e dei uns beijos  de despedida antes colocar as meias. Nos beijamos mais uma vez e saímos.
Eu precisava comprar a gravata e ele tinha outro compromisso.

Agora são quase 20h, cheguei há pouco do shopping, e ainda estou em êxtase com tudo o que rolou de tarde. O Bernardo não sai da minha cabeça. Por isso vim aqui "desabafar".
Amanhã é o casamento do meu primo e vai ser um dia louco e corrido. Volto pra casa já no domingo. Quero muito dar um jeito de encontrar com ele de novo, mas não sei se vai dar certo ainda neste fim de semana.

Nino

Pés do Calvin Harris

    Tesão dos pés a cabeça. <3
    32 anos, 1,97 m

Flagra #9 - Pés maravilhosos do amigo

Boa noite,
Antes parabenizo pelo blog maravilhoso. Agora quero compartilhar com vocês os pés do meu amigo que veio passar uma tarde aqui em casa e quando ele colocou os pés em cima do banco, não resistir, tive que capturar esse Pokémon raro rs.
Anônimo

Ah, que pezão foda, Anônimo! Belo Pokémon hehe
Muito obrigado por esse flagra! Grande abraço!

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Viu pés masculinos bonitos por aí? Tira uma foto e manda para o blog!
O e-mail é bloghomem44@gmail.com

Visitante do blog #150 - Ricardo

Fala Nino, blza!? Me chamo Ricardo, acompanho o blog e me amarro nas postagens, principalmente as fotos que a galera te manda. Então segue as minhas pra você postar. Sou mineiro de BH e me amarro em pé de um brother. Espero que curtam e quem quiser deixar contato, preferencia skype/e-mail. Vamo que vamo.

Oi Ricardo! Muito obrigado pelo e-mail e pelas fotos! 
Adorei! Fiquei bem curioso pra saber quanto você calça.
Um beijão nos pés! <3

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Para ter suas fotos/vídeos publicados no blog, envie tudo para o e-mail
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