Caio, Pés 43 - parte 2

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Continuando...

No domingo acordei bem cedo, tentei dormir novamente mas não consegui. Eu estava mesmo inquieto. Acho que ainda estava processando as palavras do Caio e tudo o que havia acontecido.
Tomei café e tentei estudar um pouco. Comecei a ler um livro e por mais ou menos uma hora consegui tirar os pés do meu amigo do pensamento.
Com a leitura acabei me desligando do mundo e esquecendo o jogo. Quando lembrei já estava em cima da hora e eu não sabia o que fazer.

Uma parte de mim não queria ir, ainda me sentia um pouco estranho por conta da nossa “experiência” e também precisava continuar estudando.
Mas outra parte (a mais forte e descontrolada, hehe) estava inquieta, querendo sair correndo para o estádio o mais rápido possível.

E eu fui né?

Cheguei correndo, falei com o pessoal da equipe e fui pra arquibancada. Vi alguns amigos sentados mais à frente, mas resolvi ficar sozinho.

Logo avistei o Caio no meio do campo mostrando toda a sua habilidade, dominando a bola com os pés e dando um verdadeiro show. O time estava bem, fizeram dois gols ainda no primeiro tempo.
Durante o intervalo fui falar com meus amigos e pude ver o Caio caminhando para o vestiário. Ele acenou para mim e eu acenei de volta.
No segundo tempo ele fez um gol. Um belo gol! O outro time também marcou um, mas o jogo já estava ganho. O placar final foi 3x1 pra gente.
Assim que o juiz apitou o fim do jogo desci a arquibancada e fui para o vestiário me encontrar com o pessoal do time (pessoal do time = Caio).


Eu tinha acesso liberado ao vestiário, era algo comum. O técnico costumava brincar e dizer que eu fazia parte da equipe técnica, pois estava sempre com eles, acompanhando e torcendo.

Cheguei lá e estavam todos comemorando a vitória, brincando, falando alto... Uma confusão! Sentei em um banco e fiquei conversando com uns colegas que faziam parte do time. O Caio estava tomando banho.

E nesse meio tempo fiquei praticando a minha atividade favorita: Observar os pés dos garotos. Engraçado que desta vez tudo estava estranhamente mais interessante, acho que por conta da minha experiência com os pés do meu amigo.

Fiquei babando quando vi um guri tirando as chuteiras. Ele ficou um tempo andando só com os meiões, pra lá e pra cá, bem ali na minha frente. Conversou com os outros jogadores, depois sentou no banco bem ao meu lado e tirou os meiões. Disfarçadamente olhei para os pés dele. Ele tinha os pés bem grandes e brancos. Dava pra ver todas as veias neles. Fiquei imaginando que deveriam estar quentes, suados e fiquei com um tesão louco. O mais estranho era que eu não conhecia esse jogador. Ele só podia ser novo no time, nem sequer o vi no campo naquela manhã.

Fiquei curioso e, como quem não quer nada, cumprimentei. Ele não estava com uma cara muito boa e apenas me deu um "oi". Depois disso, tirou a blusa e foi tomar banho. Fiquei intrigado, mas voltei a prestar atenção no papo que estava rolando entre todos naquele momento.
Uns dois minutos depois o Caio veio falar comigo. Gaiato como sempre, já chegou se vangloriando pelo belo gol que havia feito. Sentou ao meu lado e ficamos conversando com todos que estavam lá.
Ele estava usando chinelos Havaianas de cor branca, seus pés estavam molhados por conta do banho. Enquanto eu fazia essa rápida analise em seus pés senti seus olhos me fitando. Fiquei sem graça, ele percebeu e sorriu.
Não demorou muito e o pessoal começou a ir embora. O Caio me disse que também já estava pra sair e disse que poderíamos ir juntos, caminhando. Concordei. Assim seria bom até pra conversar um pouco sobre o que havia acontecido, pensei.
Na saída do estádio pude observar que o jogador do pezão bonito e da cara fechada, que havia sentado ao meu lado no vestiario, estava no ponto de ônibus intermunicipal, logo deduzi que ele era de uma cidade vizinha.
Não resisti e perguntei ao Caio sobre o rapaz. Ele me disse que o rapaz se chamava João, que era o novo lateral esquerdo do time, mas que ainda estava no banco de reservas.
Quando pensei em fazer outra pergunta ele me interrompeu dizendo que estava sozinho em casa e que iríamos pra lá. Fiquei sem graça, disse que não e expliquei que precisava estudar para uma prova. Ele sorriu, disse que não me dava opção, que iríamos pra casa dele e que eu poderia estudar de tarde.
Fiquei calado. Ele me intrigava, eu não conseguia reagir. Pensando bem, eu não queria reagir.

Chegamos lá por volta das 11 horas, o dia estava muito quente e eu já não sabia se sentia mais calor ou sede. Ele me levou para cozinha, me deu um copo de água gelada e pegou uma bolsa de gelo que estava no congelador.
Sentei em uma cadeira perto da mesa. Ele sentou bem na minha frente, apoiou a perna direita em um banco que estava ao meu lado, colocou a bolsa de gelo em cima do pé e ficou me olhando. Não disse uma palavra. Eu também não. O silenciou durou quase um minuto, uma verdadeira eternidade!
Não aguentei e dei risada, talvez por nervosismo, não sei. Ele então resolveu falar:

— É muito bom ter uma amizade como a nossa, sabe? Com confiança e liberdade. Isso me deixa muito a vontade com você. — respirou fundo e continuou — Quero que saiba que poderá sempre contar comigo e independente de qualquer coisa que venha acontecer entre a gente, a nossa amizade é o mais importante pra mim.

Fiquei surpreso. Não chegou a ser surreal, afinal ele era meu amigo há muito tempo, mas eu realmente não esperava.
Pensei em falar alguma coisa, quem saber dizer que ele também era um amigo especial pra mim, mas ele interrompeu o meu pensamento colocando sua perna (a que estava fora do banco) no meu colo. Fiquei sem reação.

— Tá suada, tem problema? — disse isso e me observou atenciosamente. Fiquei calado, fui mais uma vez surpreendido, não sabia o que falar.

— Tem problema? — Sua voz estava mais firme desta vez e seu olhar sério.
— Não. — Respondi sem graça.
— Você gosta?
— Do que? ­— Eu idiota naquela época, hehe estava confuso.
— Porra, como do que? Quer que eu tire? — Perguntou irritado.
— Não, não tire. Eu gosto. Você sabe que eu gosto.
— Sei.
— Pois é. Então por que pergunta?
— Gosto de te deixar assim sem graça, corado. Gosto de ouvir você falar, você fala pouco, é muito reservado. Gosto quando fala e se expõem pra mim.

Eu segui apenas olhando para sua perna em meu colo enquanto ele continuava a me observar.

— Pega. Eu sei que você quer pegar. Quero que você se solte comigo. Você não precisa ter medo, não vou te julgar. — continuei só olhando e ele continuou falando — Eu quero que você pegue, quero sentir suas mãos na minha perna e quero a sua boca nos meus pés. Ah, se quiser me julgue por isso, eu não me importo. Mas quero que saiba que eu quero. Alias, quero muitas coisas que envolvem você.

Eu não esperava que ele fosse ser tão direto assim. Tomei o ultimo gole de água e toquei em sua perna. Estava mesmo molhada de suor, acho que por conta da caminhada e do calor infernal que fazia naquela manhã.
Alisei toda a panturrilha, criei coragem e subi com minhas mãos até a coxa (entrando por debaixo do calção), sentindo os pelos molhados de suor. Foi diferente e bom. Ele tinha as pernas grossas de um atleta, panturrilhas lindas e coxas firmes. Fiquei muito excitado com toda aquela situação.
Comentei que minhas mãos estavam úmidas por conta do suor e perguntei o motivo da bolsa de gelo no pé direito. Ele disse que estava com o pé dolorido e aproveitou para me lembrar da massagem que queria que eu fizesse em seus pés. Disse isso e foi tirando a bolsa de gelo do pé e colocando a perna em cima da outra que já estava no meu colo.

Passei as minhas mãos nesta perna também, sentindo todos os pelos, suor e músculos. Fiz movimentos leves, acariciando a perna dele.

Não me contive e fui da perna que estava quente e suada para o pezão direito que estava gelado por conta do gelo.
E como era bom tocar nos pés do Caio! Parecia ser a primeira vez que minhas mãos tocavam aquela sola larga e macia e que nada tinha acontecido no dia anterior. Fiquei muito contente e ele percebeu.

— Você faz uma cara de felicidade quando toca em mim, principalmente quando toca nos meus pés. Gosto disso.
— Não sei explicar o motivo, eu só gosto.
— Nem tudo precisa de explicação, relaxe. — Ele sorriu deixando o clima ainda mais leve e interessante. E foi o que me fez falar.
— Sempre gostei de ficar observando e admirando pés de homens. Acho que desde mais novo mesmo, pés masculinos despertam o meu interesse.
— Entendo.
— E você? — Perguntei olhando em seus olhos.
— Eu o que? — Ele voltou com o olhar serio.
— Qual é a sua relação com isso tudo? Com pés.
— Você. Você é a minha única relação com isso. Nunca me interessei por pés, meu interesse é em ter você realizando o seu desejo nos meus pés.
— Sei. E você ganha o que com isso?
— Eu gosto. Também não sei explicar muito bem. É excitante, ontem mesmo senti prazer no que fizemos. Confesso que já havia imaginado ter você assim, como você esta agora, acariciando os meus pés. Gosto do carinho, da dedicação.
— Entendo.
— E como eu disse, você desperta isso mim. Não aconteceu antes com ninguém, nem com namoradas e muito menos com um amigo.
— Resumindo a culpa é minha? — Brinquei com a situação.
— Não vejo bem assim. — Ele ainda estava com o olhar serio.

Tirou os pés do meu colo, calçou os chinelos e levantou dizendo que estava com fome e perguntou se eu também estava. Respondi que não.
Continuei sentado enquanto ele fazia um sanduíche e insistia em dizer que eu deveria comer também.
Comemos (Sim, eu comi também! Ele era muito persuasivo e eu não estava conseguindo argumentar) e depois fomos para a sala.
Conversamos um pouco sobre o que passava na televisão, se não me engano era um programa sobre esportes, e um pouco depois disse a ele que precisa ir para casa. Estava perto do horário do almoço e apesar de saber que eu não iria comer tão cedo, por conta do sanduíche, eu tinha que estar em casa. Era domingo e minha família tinha o costume de se reunir aos domingos.
Ele compreendeu, mas percebi que não gostou muito.

— Não vai se despedir? — Ele provocou apontando para os pés.
— Como assim?
— Você entendeu. — ele abriu um grande sorriso — Ou você quer sair sem sentir eles novamente?

Fiquei com vergonha.

— Quando você vai se soltar? Confia em mim! Quero que beije os meus pés e sei que você quer isso também. Venha se despedir de mim desta maneira. Essa vai ser a nossa maneira.

Ele tirou um pé do chinelo e deixou descalço sobre o tapete. Ficou esfregando a sola daquele pezão no tapete felpudo e eu fui completamente capturado por toda aquela provocação.
A cor do tapete era cinza escuro e o pezão branco do Caio se destacava entre os fios.
Fiquei uns segundos só observando os movimentos que ele fazia com o pé no tapete, era muito tentador pra mim, eu sabia que queria ir até aquele pé, tocar, beijar... Mas não conseguia me mexer do sofá. Ele sabia bem o que estava fazendo e o que estava despertando em mim, ficava me olhando atentamente, esperando alguma reação minha.

— Estou esperando, Antônio. Eu tomei a iniciativa ate aqui e levei os meus pés até você, agora quero que você venha ate eles. Mostre que você também quer.

Tomei coragem, levantei do sofá e fui até a poltrona onde ele estava sentado.

— Você quer? — Ele apontou para o pé descalço.

Sentei no tapete e puxei o pé que estava descalço pro meu colo. Ele então levantou o pé ate a altura do meu rosto.
Aproximei o meu rosto da sola daquele pezão e encostei meus lábios. Que excitante foi aquilo! O Caio tinha um solão macio, bom demais. Lembro bem como me senti. Pra mim, um gurizão de 16 anos que gostava de pés masculinos e era apaixonado pelo pezão do melhor amigo, foi magico!
Olhei para ele e vi que estava só me observando com um sorriso no canto da boca. Ele estava gostando.

— Beija, Nino!

Dei um beijo próximo aos dedos e desci passando o nariz até o calcanhar, em seguida ele começou a esfregar o pé no meu rosto. Aquela sensação boa de novo de ter o pezão 43 do Caio tomando todo o meu rosto me deixou louco e ele também ficou. Colocou os pés nos meus ombros, um em cada ombro. Um pé descalço, o que eu tinha beijado, e o outro ainda com o chinelo Havaianas branco. Como eu estava sentando em sua frente, suas pernas estavam esticadas e pesavam um pouco.
Ele puxou o pé que estava com o chinelo e levou até a altura da minha face. Achei que ele fosse encostar o solado do chinelo no meu rosto, mas ele foi descendo e encostou ela no meu peito (Acho que ele pensou sim em tocar o meu rosto com o chinelo, mas mudou de ideia.).
Com um pé colado no meu peito, e outro em cima do meu ombro, ele foi me empurrando lentamente, fazendo meu tronco deitar no tapete. Ao mesmo tempo ele foi levantando da poltrona.
Deitado no chão da sala do Caio, com ele em pé quase que em cima de mim, eu esqueci do tempo, do domingo, e do mundo.

Meu coração estava disparado, eu estava excitado demais com tudo o que ele estava fazendo.
O pezão descalço ainda estava no tapete, ao lado do meu rosto, e ele brincava com minha orelha. O outro estava parado em cima do meu peito e ainda com o chinelo.
Com a sua cara mais safada, ele perguntou se eu estava gostando. E claro que eu estava, mas nem respondi, só sorri e ele entendeu bem o recado.

— Podemos fazer mais vezes, você só não pode contar pra ninguém, entendeu?
— Claro! Não vou contar.
— Muito bem, é o nosso segredo. — Disse isso e mostrou um sorriso ainda mais safado e um olhar um tanto quanto perverso.

Ele arrastou o pé com o chinelo sobre a minha camisa até a minha virilha, deixou o chinelo lá e colocou o pé no meu rosto. Brincou com o pezão por toda a minha cabeça.
Passou o pé entre os meus cabelos, puxando levemente alguns fios com os dedos, depois veio pra minha boca e abriu os meus lábios com o dedão. Eu, que estava paralisado nesta hora, não resisti e abri a boca. Ele então colocou todo o dedão na minha boca e me mandou chupar.

Sentir o gosto daquele dedo só me deixou mais excitado, eu estava quase explodindo de tanto tesão.
Ele mexia o dedão do pé dentro da minha boca e ficava me olhando atentamente.
Em algum momento coloquei a língua pra fora da boca, neste instante ele trocou o pé e me mandou lamber os dedos do outro. E assim eu fiz. Passei minha língua por cada dedo daquele pezão.


Comecei a olhar para ele enquanto lambia seus dedos e pude observar que ele estava de pau duro, dava pra ver todo o volume formado em sua bermuda. Ele percebeu o meu olhar curioso e sorriu.

— Olha como isso me deixou. Fiquei de pau duro ontem no seu quarto e agora de novo. Nem sei explicar.
— Também fico assim. — disse segurando seu pé com a mão — Já fiquei muito excitado só de olhar para os seus pés.
— Já se masturbou pensando neles? — Ele me olha com um olhar bem curioso.
— Sim. Algumas vezes. — Respondo, sem graça.
— Hum, interessante. — Seu olhar mudou, ficou desconfiado.

O fato é que tudo era novidade para nós dois.
Eu sempre desejei, mas até então não tinha tido nenhum tipo de relação com outro homem (nem com mulher, pra ser sincero). Nem beijo, nem pés, nem sexo, nem nada.
O Caio já tinha se relacionado com umas meninas da escola, chegou a namorar uma vez, não era mais virgem e tinha até fã-clube de meninas disputando sua atenção.
Mas tudo o que estava acontecendo ali entre nós dois parecia ser novo também para ele. Fiquei com isso na cabeça, pensando se ele já teria se relacionado com outro garoto de alguma forma. Resolvi perguntar.
Desviei do pé dele e sentei no chão, automaticamente o meu rosto ficou um pouco abaixo da virilha dele. Eu quase encostei meu rosto no pênis duro dele.

— Se queria levantar era só me falar, não precisava fazer toda essa manobra. A não ser que a sua intenção fosse abocanhar o meu pau — Ele zombou e sorriu.
— Não, eu quero fazer uma pergunta e achei melhor levantar. Porque vai que você não gosta da pergunta, se irrita e pisa em mim? Fiquei com medo. — Brinquei, mas no fundo eu tive mesmo medo.
— Pisar em você? — ele ria mais ainda — E isso seria ruim? Me lembre depois de fazer isso. Mas o que mesmo quer perguntar? — Ele sentou no chão, na minha frente.
— Você já teve algum tipo de relação com outro garoto que não fosse só de amizade?
— Até esse fim de semana não. Você é o meu primeiro. Confesso que já senti o desejo algumas poucas vezes. Com você mesmo, por exemplo, mas nunca me permitir fazer nada. Se eu não prestasse atenção em você, não te pegasse as vezes olhando para os meus pés e se ontem não tivesse te visto com o meu meião na mão, acho que a gente não estaria aqui agora e nem o meu dedão do pé estaria tão babado assim.

Rimos da situação. Ele conseguia descontrair e me deixar a vontade de verdade.

— Não sei até onde isso vai nos levar. Mas não estou preocupado com isso. Só te proíbo de contar isso pra outra pessoa. Nosso segredo, lembra?
— Sim, já sei Caio.
— Então pronto! Agora vem aqui no meu quarto que você me deve uma massagem.

E eu fui né?
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A minha historia com o Caio começou mais ou menos assim, lembrei de contar aqui os detalhes mais importantes desse fim de semana que marcou muito a minha vida.
Essa foi a minha primeira experiência com pés.

O que aconteceu depois?

Depois desse fim de semana passamos a ficar muito mais tempo juntos, nossa amizade ficou ainda mais forte e a minha paixão pelos seus pés 43 também.

Em todo tempo livre estávamos juntos, tudo era motivo pra estar com ele e aos pés dele.
Chegávamos a passar horas jogando vídeo game, conversando, assistindo um filme, luta ou um jogo na televisão, e os seus pés sempre estavam comigo.
Eu adorava quando ele passava na minha casa depois do treino. Como eu morava próximo ao clube em que ele treinava, às vezes ele passava na minha casa pra beber água. Beber água era só uma desculpa pra ver se eu estava sozinho e ficar o resto da tarde comigo. Ele fazia de proposito e chegava ainda suado, de havaianas, uniforme e com os meiões e chuteiras na mochila.
Ainda lembro que ele costumava ficar passando seus pés suados nos meus pés que estavam limpos. A sensação era ótima!

Em algum momento percebi que estava apaixonado pelo meu amigo (Era previsível, né? Hoje eu sei). Guardei isso pra mim por uns dias, mas como não tínhamos segredos resolvi falar sobre o que estava sentindo.
Ele me ouviu atentamente, disse que entendia, que até havia percebido alguma coisa e depois mudou de assunto. Achei estranho.
No dia seguinte ele me procurou e confessou que também estava gostando de mim, mas não sabia como lidar com o que estava sentindo.
Ele estava assustado e confuso. E isso era estranho para um Caio que sempre foi muito certo dos seus sentimentos. Chegou a dizer que estava com medo.
Bom, depois de muita conversa ele ficou mais tranquilo, organizou os pensamentos e disse que tentaríamos “arrumar as coisas”.
E esse “arrumar as coisas” resultou em um relacionamento que durou mais de dois anos. Um período muito especial em que aprendi muito. O Caio foi o “meu primeiro” tudo, hehe.

Quando fiz 18 anos entrei para faculdade e a vida começou a ficar bem corrida. Neste mesmo ano o Caio (que estava com 19) recebeu um convite pra jogar em um time de outro estado.
A princípio ele não queria ir, mas conversamos bastante e seu pai fez tanta pressão que ele mudou de ideia e foi. Era o sonho dele (e do pai dele também) jogar em um grande clube de futebol.
Conseguimos manter a relação a distancia por uns meses, nos encontrávamos quinzenalmente, mas tudo foi ficando estranho com o tempo. Eu estava focado na faculdade e ele no futebol.
Até que um dia percebi que não era só no futebol que ele estava focando.
Ele acabou confessando em uma conversa por telefone que se envolveu com uma menina de lá. Me pediu perdão e disse que estava arrependido. Resolvi perdoar, mas não aguentei nem uma semana e achei melhor terminar.
Depois disso nos afastamos com o tempo. Na época evitei falar com ele, saber dele e até mesmo pensar nele. Acho que ele fez o mesmo. E a vida seguiu seu rumo.
Eu me formei, mudei de cidade e blábláblá.

Resolvi contar essa história, pois, além de ter sido a minha primeira experiência com pés, reencontrei o Caio nas ferias de Julho deste ano. Quase sete anos depois! E pela primeira vez conversamos sobre tudo o que aconteceu entre a gente. Posso dizer que foi estranho, engraçado e especial ao mesmo tempo!
Na verdade era sobre esse reencontro que eu queria falar desde o começo, mas o que era pra ser só uma introdução ao que eu queria contar, acabou virando esses dois posts imensos!

Em Julho deste ano muita coisa foi resgatada do passado. Tive boas surpresas. Pude observar como amadurecemos com o tempo, como ele deixou de ser aquele garotão e se tornou um homem de verdade e como os seus pés e suas palavras ainda tinham um certo poder sobre mim.

Leia agora a continuação: Parte 3, clique aqui!
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Ah, lembra do João? O guri do pezão lindo que era lateral do time. Estudamos juntos na época da faculdade e posso dizer que ele tem um pezão muito gostoso, tesudo, o melhor bom! Hehehe Mas essa já é outra historia, pra outro momento.

11 comentários:

  1. Que tesão esse Caio!!! Nossa, fiquei imaginando tudo e tive que me masturbar agora. Você escreve bem, cara. Parabéns. Ótima historia! Continua, fiquei curioso pra saber do Caio Homem e do João também. Continua!

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  2. E as fotos estão maravilhosas também. Aquelas dos caras chupando/lambendo/beijando pés me deixaram LOUCO!

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  3. Querido Nino,
    Adorei a história e aguardo ansioso pelo reencontro com o Caio e a história do João.
    Também adorei as fotos.
    Você escreve com detalhes.
    Tem a habilidade de um escritor.
    Beijos nos pés!

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  4. Ótimo, vai ter continuação? Tipo eles cresceram...

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  5. ótima história, parabéns ! fiquei excitado por diversas vezes em toda essa história rs, aguardo a continuação. ^^ vlw abç

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  6. Conta como foi a sua primeira experiência sexual com ele cara to apaixonado pelo caio kkkkkkkkkk

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  7. 18 anos, sou de SP, sou alto, magro, branquinho, loiro, cabelo curto, olhos azuis, super discreto, faço tudo oq vc quier faço CamxCam e tenho whats, me add no skype: xdlove1995@hotmail.com

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  8. tenho 18 anos e sou virgem quem quiser tirar minha virgindade me adiciona no Google lgdr 2000

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  9. Nossa eu me masturbei com esse caio nossa,meu zap e 012 81699209.

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  10. alguém afim de conversar (whatsapp) sou do rio grande do sul, (55) 9950-3635

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