Caio, pés 43 - Parte 1

É impossível falar do Caio adolescente sem falar de futebol. O Caio sempre foi apaixonado pelo esporte. Talentoso e promissor, passou pela formação de atletas de grandes clubes, mas por questões físicas precisou se afastar dos campos por um período. 

Hoje, recém-formado em Educação Física, ele é professor e integra a equipe técnica de um clube de futebol.
Eu conheci o Caio no começo da adolescência e desde então ele se tornou o meu melhor amigo e a minha maior paixão. E é sobre essa paixão que eu vou contar aqui. 


Caio foi meu melhor amigo durante muitos anos, estudávamos juntos e fazíamos outras atividades juntos também quando não estávamos na escola, como jogar futebol no campinho próximo de casa quase todos os dias. Ele dava um show com a bola e eu admirava muito isso. Gostaria de ter jogado bem como ele, mas sempre fui meio "perna de pau", sabe? Enfim, tivemos uma amizade muito bacana.

Ele começou a jogar futebol profissionalmente com 17 anos, era uma das apostas do clube. E eu, como bom amigo, tinha o costume de acompanhar suas partidas nos estádios.
Sempre gostei de futebol, mas nunca tive muito talento, então me realizava como torcedor e faço assim até hoje.
Nessa mesma época comecei a perceber com mais clareza a minha paixão por pés masculinos. Eu tinha 16 anos.
Me pegava sempre de olho nos pés dos rapazes dos times e principalmente nos pés do Caio. Pezão 43, solas largas e bonitas, só de lembrar dos pés dele eu fico excitado.

Chegava a ser perturbador entrar em um vestiário cheio de rapazes com pés descalços, chinelos, meiões, chuteiras... deliciosamente perturbador.

Eu estava na adolescência, com os hormônios alvoroçados e vários questionamentos na cabeça. Não sabia se era certo sentir toda essa atração por pés de homens. De homens, entende?
Era confuso, mas gostoso de sentir. Às vezes chegava a me masturbar lembrando dos pés dos garotos que via. Não me sentia culpado, nem nada, só um pouco confuso mesmo.

Lembro que enquanto esse fetiche por pés masculinos ficava apenas na minha cabeça estava tudo tranquilo, mas eu queria levar a coisa toda para outro nível. Era chato ficar sempre só na imaginação, eu desejava tocar naqueles pés, sentir o cheiro, o gosto e sei lá mais o que.
E foi com esse forte desejo que eu acabei pegando um meião do Caio. Sem ele saber, claro!
Sim, eu roubei o meião, me julguem!

Foi em um fim de tarde que passei na casa dele. Estávamos jogando videogame com mais alguns colegas, algo rotineiro da nossa turma, quando a mãe do Caio entrou no quarto para guardar algumas roupas limpas dele. Observei, sem querer, que no meio das peças tinha algumas meias e meiões, isso foi suficiente para despertar a minha curiosidade.
Meia hora depois o pessoal foi lanchar na cozinha, para depois ir embora, e eu fiquei no quarto por alguns instantes, estava desinstalando o videogame e organizando os cabos. Foi quando resolvi pegar um daqueles meiões para dar uma olhada mais de perto. Sempre fui muito curioso e eles estavam ali, tão acessíveis...
Limpinhos, macios e com cheiro de amaciante. Desenrolei um e rapidamente enrolei de novo e coloquei no lugar. Eu estava tenso e fiquei mais tenso ainda quando olhei para debaixo da cama do Caio e vi um par de chuteiras com meiões dentro. Eram as chuteiras que ele havia usado no treino daquela manhã. Não aguentei, ajoelhei ao lado da cama e peguei uma chuteira.

Dei uma leve fungada e não senti cheiro forte, não chegava a ser chulé, o que foi bom pois nunca gostei muito de chulé. Tinha um leve cheiro de suor apenas. Eu não tinha muito tempo então logo tirei o meião de dentro da chuteira. Ele era azul marinho e estava um pouco úmido nas pontas, acho que de suor. Cheirei o meião e senti um tesão muito louco, tão louco que na hora levou todo o meu bom senso e me fez colocar o meião na minha mochila junto com o meu controle do videogame. Foi tudo muito rápido e me deixou bem nervoso e excitado. Depois disso fui para cozinha comer como se nada tivesse acontecido. 

Lá no meio dos garotos fiquei mais tranquilo, mas não parei de pensar no que havia acontecido. Estava louco por ter roubado o meião do meu melhor amigo? O que estava acontecendo comigo? Mas não pensei em desistir, eu desejava mesmo era chegar em casa e pegar no meião do Caio novamente.
Terminamos o lanche, nos despedimos e fui para casa com meu tesouro na mochila.

Quando cheguei em casa, logo depois de pegar e sentir todo aquele meião azul, me atentei para um detalhe, percebi que havia deixado o outro meião lá na outra chuteira e fiquei preocupado com isso. Na minha cabeça maluca o certo seria pegar os dois meiões, desta forma não ficaria uma peça sobrando lá, o que diminuiria as chances dele sentir falta. Tudo meio louco, eu sei. E naquela noite eu custei dormir pensando nisso.

No dia seguinte acordei mais tranquilo, o sono colocou o meu juízo no lugar e decidi que devolveria o meião. Afinal de que adiantava ter o meião na minha mão? Deu tesão, foi até divertido, mas faltava os pés do dono ali. Era algo incompleto para mim e não fazia muito sentido guardar aquilo.

Era um sábado e meus amigos haviam combinado de assistir ao treino de um dos times da minha escola. Resolvi passar na casa do Caio para ir com ele de lá e aproveitar para tentar devolver o bendito meião.
Quando cheguei ele estava tomando banho, fiquei esperando um pouco na sala, mas logo vi que ele poderia demorar um pouco, então dei um jeito de ir ao seu quarto para deixar o meião na chuteira ou simplesmente joga-lo debaixo da cama.

Entrei, olhei debaixo da cama e a chuteira ainda estava lá. Peguei a chuteira, sentei na cama e tirei o meião da minha mochila. Quando eu estava fechando a mochila ele entrou no quarto e me flagrou com a chuteira e o meião no colo.
Fiquei sem reação, sem graça mesmo. Ele ficou olhando sem entender e perguntou se havia demorado no banho. Eu não consegui falar, só balancei a cabeça querendo dizer que não. Enfiei o meião na chuteira e coloquei debaixo da cama.
Foi quando ele perguntou se eu gostava daquela chuteira. Senti um tom irônico, sacana, na pergunta. Ele estava gozando com a minha cara? Fingi desinteresse e respondi que achava bonita, ele sorriu e começou a fazer outra pergunta, mas logo interrompi mudando o assunto.
Ele se arrumou e de lá seguimos para o estádio.

Chegando no estádio encontrei alguns amigos. O clima era de descontração, mas eu ainda estava tenso por conta do flagra. Comprei uma garrafinha de água mineral e fui para arquibancada. Um pouco depois o Caio chegou e sentou ao me lado.
O jogo já havia começado, mas eu não estava muito interessado neste dia. Observei que o Caio estava usando chinelos Havaianas e comecei a admirar.
Puxa! Lembro bem até hoje de como estavam os pés do Caio naquela manhã (obrigado, memoria fotográfica!).
As unhas cortadinhas e perfeitas, aqueles pezões largos e limpos, os poucos pelinhos loiros... A vontade que eu tinha era de ajoelhar ali mesmo na arquibancada e começar a pegar, fazer carinho, massagear e beijas aqueles pés. Tinha momentos em que ele mexia os dedos ou tirava um pé do chinelo e apoiava em cima do outro. Eu estava tão ligado nisso que esqueci completamente do jogo.
A partida terminou, nem lembro quem ganhou, e de lá fui para casa. Precisava estudar e me concentrar em outra coisa que não fosse os pés do meu amigo.

Para a minha surpresa, no final da tarde daquele sábado o Caio apareceu na minha casa. Eu tinha acabado de acordar, estava ouvindo música e lendo um livro, ainda meio sonolento.
Ele disse que estava ansioso pois tinha um jogo importante no dia seguinte e ficamos conversando sobre isso.
Estávamos sozinhos em casa, meus pais estavam no supermercado e meu irmão mais velho na casa da namorada. Eu estava sentado na minha cama e ele em uma poltrona ao lado. Tudo muito tranquilo, só que ele resolveu colocar os pés em cima da minha cama! Fiquei desconcertado na mesma hora, mas fingi ser algo normal. Ele então começou a falar que toda essa ansiedade antes do jogo o deixava tenso, que estava precisando relaxar e do nada, olhando bem nos meus olhos, perguntou se eu não estava a fim de fazer uma massagem em seus pés.
Neste momento devo ter ficado sem cor, sei lá. Fiquei surpreso e sorri para disfarçar. Ele sorriu também e, levantando suas pernas para o ar, me disse que não estava brincando.
Eu não conseguir falar mais nada, de repente todo o receio havia passado e me vi diante de uma ótima oportunidade de poder tocar em seus pés como eu tanto desejava.

Me aproximei da ponta da cama, onde estavam os seus pés, e comecei toca-los. Foi estranho e maravilhoso. Não sei explicar. O Caio ainda brincou, pediu dedicação na massagem para que assim ele pudesse ganhar o jogo no dia seguinte.
Não pensei em mais nada, puxei aqueles pezões para o meu colo, como se fossem meus para cuidar, e finalmente matei a minha vontade, sentindo toda a sola, os dedos, o calcanhar e cada pedacinho dos pés 43 do Caio.

Enquanto eu massageava suas solas ele brincava com a situação, dizendo que eu sabia fazer massagem direitinho. Fiquei sem graça. Eu que já não estava falando muito, fiquei mudo. Ele logo percebeu e questionou o motivo do meu silencio.
Tirei os olhos dos seus pés, olhei para os seus olhos e só consegui sorrir. Ele sorriu também e perguntou se para mim era estranho massagear os seus pés. Respondi que não.
Ele então se mostrou atento e questionou se eu estava gostando. Respirei fundo, desejando que ele parasse com o interrogatório, disse que sim e ainda completei dizendo que ele tinha pés grandes e que eram bons de massagear.
Não deu tempo de pensar, as palavras foram saindo pela minha boca e quando vi já era tarde. Ele voltou a sorrir e afirmou: "É, eu sei que você gosta dos meus pés".

Abaixei a cabeça na mesma hora e voltei a olhar para seus pés. Fiquei tímido e sei lá o que mais passou na minha cabeça, porém não larguei seus pés. Ele então começou a falar mais e mais.
Disse que há um tempo vinha observando os meus olhares curiosos sempre em seus pés e que já havia me visto olhando para os pés de outros caras também. Nessa hora me assustei e comecei a pensar se eu deixava transparecer tanto assim o meu interesse quando olhava para um pé. Fiquei com mais vergonha. Ele então acrescentou que, o fato de me encontrar segurando sua chuteira e seu meião só confirmou a sua desconfiança.
Eu parei a massagem. Disse que ele estava falando besteiras, que não tinha nada a ver e que eu só estava olhando a chuteira. Imediatamente levantei e fui beber água. Fui buscar coragem na cozinha e o deixei sozinho em meu quarto.

Voltei com um copo de água para ele e ao entrar no quarto me surpreendo mais uma vez: ele estava deitado na minha cama com os pés em cima de duas almofadas.
Entrei comentando que ele estava mesmo muito folgado. Ele riu. Estendi a mão entregando o copo de água e ele comentou que adivinhei sua sede.

O clima estava estranho, eu estava meio perdido, não sabia se tudo o que havia acontecido era bom ou ruim. E para me deixar mais louco ainda eu tinha o Caio ali, deitado na minha cama com aqueles pés para cima.
Ele me pediu para continuar a massagem, mas eu, inseguro, neguei. Falei que já estava bom demais e que ele já estava pensando bobagens sobre mim.
Ele começou a rir e falou que eu não precisava ficar com vergonha, que não tinha nada demais em gostar de pés.
Perguntei então se ele gostava e ele disse que isso era indiferente, mas que sabia que eu curtia e era isso o que importava no momento. Fiquei calado.

Acho que ele entendeu que quem cala consente e imediatamente apontou para os pés. Que marra! Paralisei.
Ele pediu mais uma vez para que eu continuasse e comentou que a massagem estava realmente muito boa. Não me segurei mais, sentei próximo aos seus pés e voltei a massagear, desta vez mais intensamente, apertando com mais força.

Eu estava um pouco irritado, me sentia vulnerável por conta dos comentários do Caio e de suas risadas debochadas, mas ao mesmo tempo não conseguia negar o seu pedido e o meu desejo. Eu queria muito massagear aqueles pés, poderia fazer pelo resto do dia. Aliás, eu queria ir além, queria poder cheirar aquelas solas largas, beijar da ponta do dedão até o calcanhar e quem sabe até lamber, sentir o gosto. E ele, safado, parecia que estava lendo os meus pensamentos e conhecendo todos os meus anseios. Nunca me senti tão transparente como naquele dia.

Continuei massageando seus pés enquanto ele falava sobre o jogo do dia seguinte. Agradeci mentalmente por ter mudado de assunto, eu não era mais o foco e me senti um pouco mais confortável por conta disso.
A conversa me distraiu por alguns minutos. Fiz um comentário sobre o jogo e parei de massagear os pés do Caio por um instante, nesse momento ele levantou uma perna e apoio com o calcanhar no meu ombro. Olhei assustado e ele sorriu.
E rindo pediu para que eu relaxasse e virasse o rosto para o lado em que seu pé estava. Eu disse que não, eu sabia que se virasse iria encostar meu rosto em seu pé. Ele insistiu e em um tom safado disse que sabia que eu queria fazer isso.

Novamente me senti vulnerável, porém muito atraído por toda situação. E não deu outro resultado, não resisti.
Virei o rosto lentamente e fui sentindo o cheiro do pezão do Caio. Não tinha chulé, era um cheiro "normal" que me deu muito tesão.
Em seguida senti o toque do meu rosto na sola. Minha bochecha ficou totalmente encostada naquela sola que estava um pouco quente por conta da massagem. Meu olhar ficou atento a cada pedaço daquele pé 43. Aos poucos ele foi movendo o pé fazendo com que fechasse um dos meus olhos... pronto! Eu tinha o pezão do Caio tomando quase todo meu rosto! Eu estava no paraíso? Não me sentia mais nem um pouco irritado, ao contrário, estava leve, à vontade e feliz. Muito feliz por ter aquele pezão encostado em meu rosto.

Ele então começou a passar lentamente o pé por todo meu rosto, parecia que queria fazer um carinho. A essa altura eu já estava entregue, louco de tesão e disposto a ficar ali por horas e horas.


Estava tudo acontecendo, era difícil de acreditar, mas estava mesmo acontecendo! O clima estava interessante, descontraído, mas ouvimos um barulho na sala. Meus pais estavam entrando na sala e paramos imediatamente com tudo.

Minha mãe entrou no quarto, nos cumprimentou e saiu em seguida. E imediatamente o Caio disse que precisava ir embora para casa.
Antes de sair do quarto ele me perguntou se eu iria assistir ao seu grande jogo no dia seguinte. Respondi, meio sem graça, que sim. Ele percebeu e tentou me tranquilizar.

— Fique tranquilo, guri. O que aconteceu aqui entre a gente é algo nosso e só nosso. Ninguém precisa saber.

Sorri como quem quer dizer "tudo bem". Ele então perguntou se eu estava bem e eu disse que sim.
Na porta, antes de ir embora, meio que brincando, ele me disse baixinho que iria precisar do massagista particular no dia seguinte depois da partida.
No mesmo instante voltei a sorrir e me despedi, ele fez o mesmo.

Por que ele foi me dizer aquilo? Passei a noite toda pensando no que houve e no que mais poderia acontecer entre a gente por conta daquela tarde.
Tentei estudar, mas, adivinha? Não deu muito certo. Na minha cabeça só tinha espaço para os pés 43 do meu amigo e o meu desejo de toca-los outra vez.


Leia a Parte 2

17 comentários:

  1. Querido Nino,
    Fui muito reprimido na infância e adolescência.
    Meus pais me isolavam para evitar o inevitável.
    Pena que não pude ter essas experiências que você vivenciou.
    Mas fico contente em saber que outras pessoas puderam usufruí-las da melhor maneira possível.
    Espero que os podólatras teens aproveitem tudo o que eu não pude aproveitar.
    Você escreve muito bem!
    Continue assim!
    Vou esperar ansioso pela continuação.
    Boa semana!
    Beijos nos pés!

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  2. Ótimo, muito bem escrito, continue por favor.

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  3. Cara, adorei. Historia massa, fiquei exitado!

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  4. Velho, essa foi o melhor conto que já li, quero que o Caio foda ele todinho.

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  5. A literatura erótica é mesmo uma DELICIA.

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  6. Parabéns. Também sempre desejei ter uma experiência assim.

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  7. Olá, parabéns.. Esse conto é realmente muito bom. Sempre quis ter uma experiência assim. Como você também sinto um desejo incontrolável de olhar e admirar os pés dos garotos.. Mas sinto uma grande preocupação de alguém descobrir isso que eu sinto.. Será que é possível acontecer isso? E se acontecer, o que eu faço? Estou preocupado..

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  8. gostei da sua Historia tem face ?? me adc https://www.facebook.com/hevoword.fiuk

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  9. tipo... vc e muito fresco se vc sempre quis os pes do kra, ele te da essa chance e vc fica se fazendo de dificil ainda? vish...

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    1. Bom ponto de vista! Hehe Mas não me fiz de difícil, não.
      Eu tinha medo, ele era meu melhor amigo e não queria arriscar perder a nossa amizade. Acho que foi isso. Mas leia a continuação que vai descobrir que perdi o medo, ou a frescura. rs
      Abraço!

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  10. 18 anos, sou de SP, sou alto, magro, branquinho, loiro, cabelo curto, olhos azuis, super discreto, faço tudo oq vc quier faço CamxCam e tenho whats, me add no skype: xdlove1995@hotmail.com

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  11. me lygay 242422424242424242424224244242242424 no Mexico 41 e meio: querotomarnocuarromba gaymeio .com.br

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    1. Meu primo tem as solas dos pés, ásperas e gostosas ao mesmo tempo.
      Um dia ele estava dormindo, com o pé direito pra fora da cama.
      Ai encostei no pé dele tirei o short e deitei no chão e encostei meu pau no pé dele, e esfreguei um pouco pra ver se ele acordava como ele tinha bebido naquele dia aproveitei esfreguei mais era tanto tesão ai esfregava o neu pau naquelas solas gostosas.
      Aí ele mexeu os pés como se estivesse arrumando ai deixei pra ver ai o pé dele nexeu um pouco no meu pau , ai continuei foi tão gostoso gozei naquela sola áspera.
      Mais foi umas tres vezes naquela noite e ele não acordou
      sempre que vou lá gozo no pé dele.

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  12. Ninoooo, faz mais contos do Caio e de vc PLEASE

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  13. Alguém afim de trocar experiências desses fetiches? Eu amo.
    Me adicionem no Whats :)

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